O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso (PT-MT) ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF), com pedido de medida cautelar, contra a Lei Estadual nº 13.284/2026, que proíbe o ensino de “ideologia de gênero” e temas relacionados, na rede pública e privada de ensino.
Segundo a agremiação, a lei viola princípios constitucionais como a liberdade de ensino, o pluralismo de ideias, a dignidade da pessoa humana e, principalmente, a competência privativa da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação.
"A permanência da lei em vigor pode causar prejuízos irreparáveis ao ambiente escolar, à formação dos estudantes e à garantia dos direitos fundamentais previstos na Constituição", asseverou a presidente do PT no estado, Rosa Neide.
O partido sustenta que o termo “ideologia de gênero” não possui definição jurídica ou científica clara, o que pode gerar insegurança jurídica e abrir espaço para interpretações subjetivas e perseguições a professores, afetando diretamente a liberdade de cátedra garantida pela Constituição.
Outro ponto destacado é o impacto da norma sobre estudantes LGBTQIA+, já que, segundo a ação, a proibição dificulta o debate sobre respeito à diversidade, combate ao bullying e enfrentamento à discriminação no ambiente escolar.
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), responsável pela sanção da lei, alega que a "ideologia de gênero" é a degradação do sistema educacional, embora não tenha indicado exemplos dessa "ofensiva", durante coletiva de imprensa.
Programa permite substituir dívidas por novos empréstimos com juros menores.
Vídeo publicado nas redes sociais gerou indignação e levou a universidade a instaurar investigação interna.
Resultado destaca o trabalho conjunto de professores, estudantes, famílias e profissionais da educação.
O que é Urgente, não pode esperar! Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba alertas de notícias.